WORKSHOP ACT

A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e a Teoria das Molduras Relacionais (RFT) são duas propostas baseadas em evidências científicas que apresentam ferramentas úteis para lidar com o sofrimento humano e processos verbais na clínica Analítico Comportamental.
Essas abordagens científicas trazem processos verbais e experienciais que aumentam as chances do psicólogo ajudar o cliente a mudar. A proposta principal da ACT diz respeito à processos que levam ao desenvolvimento da flexibilidade psicológica – a habilidade de estar presente (respondendo a estímulos presentes na contingência atual), aberto (maneira alternativa para lidar com os eventos privados de um modo que aumente as chances de emitir comportamentos que possam ser reforçados positivamente) e fazendo o que importa (mudança).

Como uma proposta de terapia experiencial, na qual a modelagem dos comportamentos esperados acontecem durante a sessão, faz-se necessário que os profissionais tenham um treino também experiencial. Cria-se, assim, a relevância de workshops como ferramenta para a orientação teórica e experiencial necessária para o desenvolvimento dos modelos.
Assim, podemos ter nossos comportamentos de psicólogos modelados e aumentar a chance de vivenciar as relações com nossos clientes de maneira diferente – presentes, abertos e fazendo o que importa para ajudá-lo a construir uma vida com significado.

Mini-currículo da Drª. Mônica Valentim:
Possui graduação em Psicologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1996), mestrado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo (2001) e doutorado em Pediatria pela Faculdade de Medicina de Botucatu (2006). Atuou como professora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (campus de Bauru), da Universidade do Sagrado Coração (Bauru), da Laureate/IBMR (Rio de Janeiro) e do Centro Paradigma (São Paulo). Faz parte do corpo docente dos programas de pós-graduação do IPOG e do InTCC. Participa continuamente de treinamentos em ACT, RFT e FAP com os desenvolvedores dos modelos. Ex-presidente do capítulo brasileiro da ACBS – Association for Contextual Behavioral Science, é também membro do conselho consultivo da atual gestão da ABPMC – Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental.

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