O Desafio de Incluir e Ensinar (Kellen Escaraboto Fernandes e Kelly Wosiac da Cruz)

1. INCLUSÃO: UM DESAFIO CONSTANTE Vivemos em uma era marcada pela competição e pela excelência, na qual os progressos científicos e os avanços tecnológicos definem novas exigências, tanto para as crianças como para os adultos que com elas convivem. Mas é certo que o que uma criança entende como sendo uma exigência, na maioria das vezes, é muito diferente do que é para um adulto que, por este motivo, nem sempre consegue estar sensível às suas necessidades.

Assim, o papel fundamental da educação no desenvolvimento das pessoas e das sociedades amplia-se e aponta para a necessidade de se construir uma escola voltada não só para o ensino curricular, mas para a formação de cidadãos, na qual o “eu” possa ser valorizado sem que seja perdida a dimensão do outro, das suas necessidades e das suas particularidades. E isto é o que se chama respeito.

Dentro deste contexto, a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais tem se tornado uma preocupação cada vez mais presente nas instituições de ensino e na sociedade. Em geral, a inclusão é tratada de forma muito específica, visando atender, quase que exclusivamente, portadores de doenças mentais, sensoriais ou físicas. Sabe-se que o campo é muito mais extenso e, desta forma, devem ser incluídos não só os portadores de necessidades especiais, mas também as crianças, famílias e profissionais ditos “normais”, uma vez que é percebido o quanto é difícil lidar e conviver com a diferença, pois o preconceito vivenciado ainda é real.

Falar de educação inclusiva é fazer menção ao desafio, não porque é um tema difícil, mas porque exige uma reavaliação e uma reconstrução constante. É sabido que o diferente causa estranheza aos olhos, principalmente quando ele exige que sejam reformuladas práticas com as quais os profissionais estão acostumados ou que, na sua visão simplista e até mesmo conformista, sempre funcionaram. Diante destes aspectos, falar de inclusão exige mudanças, primeiramente para quem propõe o assunto e, consequentemente, para quem se propõe a estudá-lo. E isto é o que poderíamos chamar de educação e conhecimento!

2. A INCLUSÃO E A REALIDADE EDUCACIONAL

O direito da pessoa à educação é resguardado pela política nacional de educação, independentemente de gênero, etnia, idade ou classe social. De acordo com Pacheco (2007), o acesso à escola vai além do ato da matrícula. Implica na apropriação do saber e das oportunidades educacionais oferecidas aos alunos. Assim, a escola tem o compromisso não apenas com a produção e a difusão do saber culturalmente construído, mas com a formação do cidadão crítico, participativo e criativo, para fazer face às demandas cada vez mais complexas da sociedade moderna.

Guimarães (2003) aponta que o movimento nacional para incluir todas as crianças na escola e o ideal de uma escola para todos vêm dando novo rumo às expectativas educacionais para os alunos com necessidades especiais. Tais movimentos evidenciam grande impulso desde a década de 90 no que se refere à colocação de alunos com deficiência na rede regular de ensino. Esses movimentos têm avançado aceleradamente em alguns países desenvolvidos, constatando-se que a inclusão bem-sucedida desses educandos requer um sistema educacional diferente do atualmente disponível. (PACHECO, 2007)

Implica na inserção de todos, sem distinção de condições lingüísticas, sensoriais, cognitivas, físicas, emocionais, étnicas, socioeconômicas ou outras e requer sistemas educacionais planejados e organizados que dêem conta da diversidade dos alunos e ofereçam respostas adequadas às suas características e necessidades. A inclusão escolar constitui, portanto, uma proposta politicamente correta que representa valores simbólicos importantes, condizentes com a igualdade de direitos e de oportunidades educacionais para todos, em um ambiente educacional favorável.

O êxito da integração escolar depende, dentre outros fatores, da eficiência no atendimento à diversidade da população estudantil. Esta eficiência cabe não só aos professores na elaboração das propostas pedagógicas, como também aos coordenadores, a equipe administrativa e aos outros alunos, ou seja, todos são responsáveis e todos necessitam desenvolver um olhar inclusivo e é nesta perspectiva que a escola poderá cumprir seu papel, viabilizando as finalidades da educação.

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a atenção à diversidade está focalizada no direito de acesso à escola e visa à melhoria da qualidade de ensino e aprendizagem para todos, irrestritamente, bem como as perspectivas de desenvolvimento e socialização. A escola, nessa perspectiva, busca consolidar o respeito às diferenças, contanto que não elogie a desigualdade. Assim, é preconizado que as diferenças devem ser vistas, não como obstáculos para o cumprimento da ação educativa, mas, podendo e devendo ser fatores de enriquecimento.

A diversidade existente na comunidade escolar contempla uma ampla dimensão de características e podem ser identificados não só casos de deficiência, mas diversas situações representativas de dificuldades de aprendizagem, como decorrência de condições individuais, econômicas ou socioculturais dos alunos. Também, fazem parte deste grupo crianças com condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais e sensoriais diferenciadas; crianças com deficiência e bem dotadas; crianças trabalhadoras ou que vivem nas ruas; crianças de populações distantes ou nômades; crianças de minorias lingüísticas, étnicas ou culturais; crianças de grupos desfavorecidos ou marginalizados.

É neste sentido que é defendida a educação para todos, a qual se faz a partir do momento que a escola tem como objetivo principal o aluno, no sentido de direcioná-lo para as respostas educacionais que ele requer, evitando enfatizar os seus atributos ou condições pessoais que podem interferir na sua aprendizagem e escolarização. É uma forma de reconhecer que muitos alunos, sejam ou não portadores de deficiências ou de superdotação, apresentam necessidades educacionais que passam a ser especiais quando exigem respostas específicas adequadas. Alguns educadores defendem que uma escola não precisa preparar-se para garantir a inclusão de alunos com necessidades especiais, mas tornar-se preparada como resultado do ingresso desses alunos uma vez que entendem que o processo de inclusão é gradual, interativo e culturalmente determinado, requerendo a participação do próprio aluno na construção do ambiente escolar que lhe seja favorável.

A nossa proposta perpassa esta perspectiva, uma vez que entendemos que pode ser mal interpretada. O “não precisa preparar-se” deve ser entendido como “deve adaptar-se” às necessidades desta criança e que, muitos dos nossos conceitos, hipóteses e até mesmo pré-conceitos podem ser quebrados e necessitarão de constante avaliação. Porém, uma vez que este aluno apresenta necessidades próprias e, muitas vezes, diferentes dos demais alunos no domínio das aprendizagens e, uma vez que ele requer recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas, entendemos que é primordialmente necessário que a escola se prepare.

3. PREPARANDO A ESCOLA INCLUSIVA

De acordo com Guijarro (1999), as adaptações curriculares constituem o conjunto de modificações que se realizam nos objetivos, conteúdos, critérios e procedimentos de avaliação ou atividades e metodologias para atender às diferenças individuais dos alunos, de modo a obter sua maior participação nas atividades curriculares comuns e possibilitar o alcance dos objetivos definidos para cada etapa educativa.

As adaptações se distinguem em dois grupos, uma vez que podem ser de pequeno ou grande porte. De acordo com Aranha (2000), as adaptações curriculares de grande porte fazem referência às estratégias necessárias para permitir que todos os alunos, inclusive as pessoas com deficiência, participem integralmente das oportunidades educacionais, com resultados favoráveis, dentro de uma programação tão normal quanto possível. Destaca ainda que algumas destas estratégias compreendem ações que são da competência e atribuição das instâncias administrativas superiores, uma vez que podem exigir modificações que envolvem ações de natureza política, administrativa, financeira, burocrática ou outras.

As adaptações de pequeno porte são modificações promovidas no currículo, pelo professor, de forma a permitir e promover a participação produtiva dos alunos que apresentam necessidades especiais no processo de ensino e aprendizagem, na escola regular, juntamente com seus parceiros. Desta forma, sua implementação encontra-se no âmbito da ação pedagógica de responsabilidade exclusiva do professor, não exigindo autorização, nem dependendo de ação de qualquer outra instância superior, das áreas política, administrativa, e/ou técnica.

Podem ser implementadas em várias áreas e momentos da atuação do professor, seja na promoção do acesso ao currículo, seja nos objetivos e métodos de ensino ou no conteúdo ensinado. Também podem ser aplicadas durante o processo de avaliação, tendo como foco o Plano de Ensino. Aranha (2000) ainda enfatiza que o professor, ao fazer isso, deve estar aberto para a constatação da diversidade presente no seu grupo de alunos, estando alerta para as características individuais de cada um.

No que se refere às adaptações de pequeno porte enfatizaremos as adaptações metodológicas ou didáticas, as quais incidem sobre agrupamentos de alunos, nos métodos, nas técnicas e estratégias de ensino-aprendizagem, na avaliação e nas atividades programadas. Dizem respeito à necessidade de situar o aluno nos grupos com os quais possa trabalhar melhor e, principalmente, em adotar métodos e técnicas de ensino-aprendizagem específicas para o aluno. Também fazem menção à necessidade de utilizar técnicas, procedimentos e instrumentos de avaliação da classe, quando necessário, propiciar apoio físico, visual, verbal e gestual ao aluno impedido, temporária ou permanentemente, em suas capacidades, de modo a permitir a realização das atividades escolares e do processo avaliativo.

Deve ser entendido que, independente do tipo de adaptação, alguns fatores são primordiais e devem estar presentes nas práticas cotidianas. Aranha (2000) aponta que as adaptações curriculares devem estar sempre contextualizadas e justificadas em registros documentais que integram a pasta do aluno. Devem partir sempre de uma avaliação médico-psicopedagógica e de um estudo de caso do aluno que orientem para um encaminhamento adequado às suas necessidades especiais. Também devem ter como principal ponto a busca de um processo educativo pautado no princípio da normalização, ou seja, pautado no currículo regular, evitando o afastamento do aluno das situações normais da ação educativa e do seu grupo de colegas, assegurando uma educação mais normalizadora, criando assim um ambiente favorável à aprendizagem do aluno e a sua integração escolar.

Pode-se perceber que as adaptações curriculares são os ajustes e modificações que devem ser promovidos nas diferentes instâncias curriculares, para responder às necessidades de cada aluno, e assim favorecer as condições que lhe são necessárias para que se efetive o máximo possível de aprendizagem, valorizando as peculiaridades de cada aluno, atendendo a todos na escola, incorporando a diversidade, sem nenhum tipo de distinção.

Este é um processo que se faz necessário para atender não só as crianças que necessitam de adaptações curriculares, mas todos os alunos, pois cada vez mais professores estão percebendo que as diferenças não só devem ser aceitas, mas também acolhidas como subsídio para montar (ou completar) o cenário escolar, a fim de que se possa construir uma nova filosofia educativa.

Assim, entendemos a verdadeira inclusão, a qual perpassa embasamentos teóricos, mas que vem ao encontro a uma prática cotidiana, seja em relação à demanda curricular do aluno, seja em relação à fundamentação de parcerias com profissionais de áreas distintas, com os professores, com as famílias e até mesmo com os próprios alunos, a fim de incitar a busca pela construção de uma sociedade mais justa, mais humana e igualitária.

4. SER UM PROFESSOR INCLUSIVO: UM CONSTANTE DESAFIO

De acordo com Escaraboto (2007), escolher como profissão ser professor implica um grande desafio, principalmente, porque tem que estar atualizado e olhando para o futuro e porque, muitas vezes, sabe que tem condições de realizar muito mais do que exige a programação escolar, mas nem sempre consegue alcançar tais realizações. De acordo com a autora, muitos profissionais vão aos poucos desistindo, desacreditando, e buscam inúmeras desculpas e razões para, na verdade, justificar o descaso e o não-fazer.

Há que se reconhecer, segundo Bonadio (2006), que as mudanças recentes ocorridas no mundo certamente se refletem no comportamento dos alunos, dos professores, nos valores e, principalmente, nas instituições, sejam elas familiares ou educacionais. O que fazer, então, para que o professor possa garantir qualidade de ensino em tempos tão desfavoráveis? Como atender a tal demanda, tendo como foco a prática da educação inclusiva? Como atender a tantas diversidades presentes no dia a dia?

São muitas perguntas e, geralmente, o professor encontra poucas respostas. Os livros apontam caminhos teórico-práticos que podem respaldar tantas interrogativas, mas é sabido que cada criança é única e que cada uma apresenta necessidades específicas. Será que os professores estão preparados para tantas exigências?

Na verdade esta é uma angústia compartilhada por muitos profissionais envolvidos com a educação. O que pode ser proposto é um pouco mais simples e menos dispendioso. Escaraboto (2007) propõe um olhar diferenciado para os alunos. Um olhar para o mundo em que vivem, para seus brinquedos, suas palavras e seus comportamentos. Um olhar cauteloso para seus valores, suas aspirações e suas necessidades, reconhecendo, assim, o universo infantil, preservando valores e comportamentos indissociáveis à prática educativa de todas as épocas, como a ética e a moral, fazendo da escola um espaço de construção e valorização não só do coletivo, mas das significações, dos sonhos e das motivações individuais.

Escaraboto (2007) descreveu uma experiência de aprendizagem vivenciada com crianças de educação infantil e ensino fundamental de uma escola particular de Londrina/Paraná, a qual tinha como objetivo conhecer os alunos no início do ano letivo, com a finalidade de estruturar práticas educativas mais direcionadas às suas necessidades. A autora ainda aponta que não tinha como objetivo a construção de um modelo, mas acreditava que as trocas de experiências em diferentes contextos poderiam levar a reflexões sobre novas buscas e diferentes construções. Poderiam inspirar professores a criar, discutir e levantar possibilidades diferentes das que estavam experimentando e que muitas vezes não davam certo. Por fim, poderiam fazer acreditar que a mudança seria possível quando almejássemos o diferente e o melhor, unindo forças para buscar atingir tais objetivos.

A reflexão sobre tais aspectos que motivou a formação de uma nova parceria. A inserção de uma aluna com necessidades educativas especiais em uma turma do primeiro ano do ensino de nove anos motivou a implantação do projeto “Conhecendo Melhor Você.”

O projeto teve como objetivos principais conhecer cada aluno, a partir das suas peculiaridades e promover a integração do grupo (classe) a partir da identificação das semelhanças e diferenças existentes no grupo. Esta proposta incluía a análise tanto de características pessoais (gostos, valores, formas de pensar), quanto de características do grupo como regras da sala, jogos e brincadeiras propostas. O foco estava fundamentado na percepção das diferenças individuais e no respeito pelas mesmas, tendo como princípio fundamental a busca pela convivência e integração. O projeto também contou com a integração do trabalho interdisciplinar, envolvendo não só a professora regente, como outros professores (Informática, Musicalização, Educação Física, Artes), a equipe e a comunidade escolar, além das famílias das crianças envolvidas no projeto. E isto se chama parceria.

5. PREPARANDO O TERRENO Uma parceria estreita entre família e escola é determinante para o sucesso da aprendizagem de crianças e jovens, uma vez que educar um filho não é simplesmente se fixar na área afetiva. É também iniciá-lo à vida, ajudá-lo a se adaptar às suas exigências e lhe permitir que se desenvolva socialmente. É transmitir-lhe um nome, uma herança cultural e educativa: condutas, referências, idéias, um sistema de valores. É também favorecer suas experiências, estimulá-lo na curiosidade de conhecer e de agir; desenvolver seu senso crítico e ajudá-lo em suas responsabilidades; tendo respeito por si mesmo e pelos outros. Sumanski (2000) refere-se ao acima exposto afirmando que a família é uma das instituições responsáveis pelo processo de socialização, modelação e aprendizagens de diferentes tipos de comportamentos. Ainda mais, é uma instituição social que sempre esteve inserida na rede de inter-relações com outras instituições, em especial, com a escola.

Por este motivo, a proposta teve início na primeira reunião com os pais dos alunos, em se pôde vivenciar toda a ansiedade que estavam sentindo. Eram muitas as perguntas feitas pelos pais, e as mesmas demonstravam preocupações reais sobre como seria o ano letivo; se o filho teria que terminar o ano alfabetizado; se deixaria de brincar todos os dias na escola ou, simplesmente, sobre o transcorrer de pequenas rotinas. Tentamos amenizar tantas inseguranças desenvolvendo uma prática que visava aproximar os pais e a professora, a fim de criar um clima de cumplicidade e segurança. Sabíamos que todas as respostas poderiam ser dadas com clareza e diretividade, mas neste momento nosso objetivo era ir além. Intencionávamos entrar no universo de cada família presente e extrair o que tinham de melhor para oferecer. Por este motivo foi solicitado aos pais que escrevessem uma carta aos filhos e que nela relatassem quais eram os seus sonhos e desejos (para o filho) neste ano letivo que se iniciava.

Num segundo momento foram procedidas as informações complementares e respondidas às questões relacionadas à rotina escolar. Também foi solicitado aos pais que preparassem, juntamente com seus filhos, uma caixa que deveria ser trazida pela criança no primeiro dia de aula. Nela deveriam conter objetos relacionados às preferências do aluno, ou seja, ele poderia trazer o que quisesse, o que fosse do seu interesse e que lhe tivesse significado. Esta atividade teve como objetivo principal estimular a relação criança, família e escola, além da valorização das particularidades e interesses de cada aluno.

6. CONHECENDO MELHOR VOCÊ: QUEM SÃO ESTES ALUNOS?
A proposta aqui relatada envolveu um grupo de alunos do primeiro ano do ensino de nove anos. A sala era composta por 8 meninos e 11meninas, compreendidos na faixa etária de 5 a 6 anos, de classe sócio- econômica média. Somente a aluna R. tem 7 anos, por ser uma aluna que apresenta necessidades especiais, tendo diagnóstico de atraso cognitivo (compreendido na faixa etária de 4 a 5anos). Também apresenta dificuldades de comunicação e expressão.

7. COLOCANDO A MÃO NA MASSA
As atividades relacionadas ao projeto tiveram início na primeira semana de aula e estenderam-se até o início da terceira semana, totalizando, aproximadamente, 20 dias. No primeiro dia de aula, a professora realizou a Dinâmica da Caixa. Pediu para que cada criança pegasse sua caixa e, em circulo, na hora da conversa, se apresentasse e mostrasse para os amigos o conteúdo da caixa e porque o escolheu.

No segundo dia foi realizada a Dinâmica das Cartas, no qual a professora distribuiu, antes que chegassem para a aula, todas as cartinhas que os pais haviam escrito no quadro (anexo 8). Conforme chegavam, era solicitado que tentassem descobrir qual era a sua cartinha. Tendo descoberto, deveriam pegá-la e em seguida, jutar-se ao grupo que novamente estava em circulo.

No terceiro e quarto dia a professora introduziu, juntamente com a professora de musicalização a Melodia Cada Um (anexo 1). Foram trabalhadas a identificação das características físicas e emocionais de cada aluno (ver anexo 2), além da introdução de alguns adjetivos (ampliação de vocabulário – anexo 3). Para esta atividade foi solicitado que cada criança trouxesse de casa uma foto sua 3X4.

Também Construíram seu auto retrato com lápis e papel e a professora escrevia o que o aluno lhe relatava mediante a pergunta “Como eu sou?” Posteriormente, foi utilizada uma técnica de modelagem utilizando massinha colorida e uma técnica de modelagem em papel jornal.

Equipe IACEP
Equipe IACEP
Cadastrado pela equipe de profissionais do Instituto de Análise do Comportamento em Estudos e Psicologia