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PSICÓLOGO

DÚVIDAS COMUNS

1 Terapia é coisa para pessoas frágeis?
Com certeza não, a psicoterapia pode ajudar todos os tipos de pessoas. Geralmente quem busca terapia está passando por algum tipo de sofrimento. Este sofrimento pode ser ocasionado por algumas perdas, como a morte de alguém querido, o fim de um relacionamento ou a mudança de um filho para outra cidade. O sofrimento também pode vir devido alguma dificuldade de relacionamento, por dificuldade na escolha da profissão ou por várias outras situações que fazem com que a pessoa tenha uma significativa perda na qualidade de vida. Estes sofrimentos não acometem apenas pessoas “frágeis”, todos em algum momento da vida poderão se deparar com alguma dificuldade e a ajuda do psicólogo poderá minimizar o sofrimento e possibilitar um crescimento pessoal.
Também é importante lembrar que não são apenas pessoas em sofrimento que podem ter ganhos com a terapia, aqueles que querem desenvolver habilidades sociais, desenvolver autocontrole e autoconhecimento também podem ser beneficiados com o processo psicoterapêutico. Psicóloga RenataTrovarelli
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2 Qual a diferença entre Psicólogo e Psiquiatra?
A diferença inicial é quanto à formação acadêmica. Para ser psiquiatra é necessário cursar medicina e posteriormente realizar residência em psiquiatria. A psiquiatria abrange estudos em neurologia, psicofarmacologia e treinamento específico para diferentes modalidades de atendimento.
O psiquiatra tem como princípio um olhar do ponto de vista do funcionamento fisiológico do organismo, ou seja, se existe algum aspecto orgânico que se encontra em disfunção, tende a avaliá-lo e reorganizá-lo por meio de inserção medicamentosa. Alguns psiquiatras tem formação em psicologia e, desta forma, utilizam-se práticas psicoterápicas. O psiquiatra é apto a prescrever medicamentos, habilidade não designada ao psicólogo. Já na formação do psicólogo é necessário o curso de psicologia. Durante o curso estuda-se o ser humano em seus aspectos biológicos, sociais e psicológicos, buscando compreender o indivíduo em suas relações consigo e com o mundo onde vive. No decorrer do curso a teoria é complementada por estágios supervisionados que habilitam o psicólogo a realizar psicodiagnóstico, psicoterapia, orientação, entre outras. Pode atuar no campo da psicologia clínica, escolar, social, do trabalho, saúde etc.. É importante ressaltar que em muitos casos, a psicoterapia e o tratamento psiquiátrico devem ser aliados. Laís Rodrigues Paes (estagiária do IACEP e estudante do quinto ano de psicologia da UniFil)
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3 Quais os sinais de que uma criança precisa fazer terapia?
A educação dos filhos não é uma tarefa fácil e muitas vezes os pais erram na tentativa árdua de acertar, principalmente quando o assunto é a educação e disciplina das crianças. Outro ponto é que as crianças muitas vezes criam fantasias, regras e idéias muito diferentes das dos adultos quando pensam a sua realidade e os problemas do cotidiano. Neste sentido, podem se sentir com medo, angustiadas e inseguras para resolver problemas que, na perspectiva dos pais podem ser “bobos” ou pequenos, mas que na dimensão da criança são muito grandes e importantes. É neste momento que o psicóloga pode ajudar, colaborando para o entendimento e resolução de tais conflitos ou dificuldades.
A procura pela terapia também pode ser motivada quando alguns pais tem dúvidas sobre como proceder quando as crianças que teimam em tomar conta da situação, ou acreditam que não estão tendo na escola o desempenho que desejam. Nesses momentos porque não consultar um profissional habilitado a lhe orientar quanto ao manejo do comportamento das crianças, visando seu ajustamento e bem-estar? Os pais talvez hesitem em procurar a ajuda de um psicólogo por não conhecerem que tipo de ajuda esse profissional pode lhe oferecer e quais os benefícios que uma psicoterapia, quando necessária, pode trazer a criança em seu desenvolvimento. O psicólogo pode ajudar, ensinando-o a compreender o que acontece com seu filho e a reagir com coerência, firmeza e afeto nas pequenas situações. Em se tratando de dificuldades escolares ele pode realizar uma avaliação a fim de identificar as prováveis causas, além de sugerir as estratégias interventivas necessárias. Bom, você pode dizer: “Tarde demais! Já estamos com problemas!”. Nunca é tarde demais para procurar auxílio. Se você avalia que está prestes a perder o controle da situação ou que sua criança está apresentando comportamentos preocupantes, não hesite em consultar um psicólogo. Se por outro lado, você não sabe se o comportamento de seu filho está dentro da normalidade ou está causando sofrimento a ele, fique atento! Comportamentos como queda no desempenho escolar, agressividade, brigas, agitação, birra, medos excessivos, ansiedade, quietude, timidez, choro excessivo, pesadelos, sonambulismo, dificuldades alimentares, masturbação frequente, tiques, enurese, encoprese e reclamações frequentes de dores de cabeça e estômago, podem indicar que alguma coisa não vai bem e que vale a pena avaliar melhor a situação. Quanto mais tempo os pais esperarem para procurar ajuda, mais o comportamento-problema da criança se fortalecerá e mais demorado e complexo será o tratamento. A maioria dos problemas infantis pode ser tratado num período relativamente curto de tempo (de seis meses a um ano). E quanto mais os pais participarem do tratamento da criança, melhores e mais rápidos serão os resultados. Seja qual for sua preocupação ou o problema que enfrenta com seu filho, procure ajuda! A psicoterapia pode beneficiar toda a família, não apenas reduzindo os problemas da criança, mas ensinando os pais a fazerem pequenos ajustes em seu próprio comportamento para produzir as mudanças esperadas. Pequenos ajustes que podem fazer toda a diferença! Psicóloga Kellen Martins Escaraboto Fernandes
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4 O que é Psicoterapia?
A Psicoterapia na Análise do Comportamento é um processo privilegiado de crescimento humano que envolve o psicoterapeuta e o cliente (na psicoterapia individual), o psicoterapeuta e o casal (na psicoterapia de casal) e o psicoterapeuta e um grupo de pessoas (na psicoterapia de grupos).
Juntos eles buscam identificar, explorar e analisar ações, pensamentos e todas as nuances de emoções, desde pequenas dificuldades do dia-a-dia até mesmo grandes psicopatologias, que possam estar trazendo ao cliente problemas ou transtornos para sua vida e/ou para a vida das pessoas que estão à sua volta. A psicoterapia nos dá um espaço, um tempo, uma privacidade e uma oportunidade para ouvirmos nossos próprios pensamentos, prestarmos atenção em nossos sentimentos, olharmos o nosso ambiente, revermos nossa visão das coisas e, assim, aprendermos a nos relacionar conosco e com o mundo de uma forma diferente para que diminua os nossos sofrimentos e aumente nosso prazer na vida, nas coisas que fazemos, como também, nos tipos de relacionamentos que estabelecemos. Psicóloga Luciana Helena Silva
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5 Meu filho precisa de terapia! Como devo proceder?
Assim como ocorre com os adultos, as mais variadas demandas levam à necessidade de psicoterapia infantil. Uma peculiaridade desse processo é que a criança normalmente não busca ajuda por si própria. Em grande parte das vezes, os pais ou cuidadores percebem que há algo errado ou o encaminhamento é feito por médicos, professores, entre outros. Cabe aos responsáveis se atentarem para a possibilidade de a criança vir a apresentar comportamentos inadequados não só em casa, mas em ambientes como a escola e com os amigos. Devem avaliar, ainda, se algumas atitudes que não consideram inapropriadas podem vir a trazer sofrimento para a criança em outras situações ou no futuro. Ao constatarem a necessidade de ajuda, um profissional de confiança deve ser procurado.
É importante ressaltar que a participação de responsáveis é essencial no processo terapêutico infantil. Assim, muitas vezes esses são requisitados a comparecerem a algumas sessões e a colocarem em prática no cotidiano diferentes estratégias orientadas pelo psicólogo. Alguns pais e cuidadores optam por não buscar ajuda por julgarem que a criança é muito nova ou que ainda não está preparada para a terapia. É importante que saibam que a infância é um momento muito propício para a realização desse tipo de tratamento, já que a criança aprende com muito mais facilidade do que os adultos e o processo de mudança envolve, assim, menos sofrimento. Além disso, vale destacar que a terapia infantil adota métodos lúdicos, apropriados à condição de cada criança. Psicóloga Mariana Chagas
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6 Com que idade deve-se inicar uma terapia?
Não existe uma idade mínima para frequentar a terapia. Geralmente é desenvolvido o trabalho de acordo com a idade do paciente e em alguns casos quando a criança é muito jovem pode ser realizada orientação aos pais como proposta de intervenção ou de prevenção.
A procura pela terapia pode ocorrer de forma espontânea por parte do paciente, familiares ou através de encaminhamento médico bem como também escolar. Nunca é tarde para se autoconhecer ou até mesmo resolver algum conflito que pode surgir em qualquer idade de nossas vidas. Psic. Cintia Cristiane M. B. da Rocha
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